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Contraindicações da Radiofrequência- quando não realizar o tratamento

Contraindicações da Radiofrequência: quando não realizar o tratamento?

Dentre tantos tratamentos estéticos, um que movimenta muito as clínicas é a radiofrequência. Embora o desejo do profissional seja atender a todos aqueles clientes, ávidos por uma transformação na aparência, nem todo mundo pode realizar alguns tratamentos. Por isso, hoje vamos falar um pouco sobre as contraindicações da radiofrequência.

Afinal, por mais que o cliente queira se submeter àquele procedimento, você, como profissional da estética, deve fazer a avaliação prévia ao tratamento, a fim de identificar possíveis características no histórico daquele paciente que o encaixam nas contraindicações da radiofrequência. Assim, você estará garantindo a segurança do seu paciente e evitando possíveis intercorrências do tratamento.

Mas antes de falar sobre as contraindicações da radiofrequência, vamos falar um pouquinho sobre essa tecnologia.

O que é Radiofrequência?

Muitos aparelhos que fazem parte do nosso dia a dia (como televisão, telefone, microondas, rádio) também operam a base de radiofrequência. Mas o que os diferencia da radiofrequência utilizada na área estética é a frequência.

Essa tecnologia é um método não ablativo e não invasivo, que utiliza a emissão de correntes elétricas de alta frequência para gerar um campo eletromagnético no espectro compreendido entre 30Khz e 300 Mhz.

A energia da radiofrequência, ao penetrar pelos tecidos, provoca a vibração das moléculas de água a nível tissular, tendo, como consequência, a transformação da energia eletromagnética em energia térmica. Esse efeito se dá até nos tecidos mais profundos, gerando um forte calor interno, enquanto a superfície se mantém resfriada e protegida, em equipamento que possuem a tecnologia de resfriamento no cabeçote.

Esse aquecimento tissular provoca vários efeitos fisiológicos benéficos ao organismo, como maior oxigenação, nutrição e melhora no sistema de drenagem de toxinas e radicais livres. Há ainda a imediata contração das fibras de colágeno e estímulo à neocolagenese tardia, com posterior formação de fibras colágenas de melhor qualidade.

O calor gerado pela radiofrequência também é eficiente para a redução do tecido adiposo, agindo de forma eficaz em diversas partes do corpo.

Indicações da Radiofrequência

Pelos seus benefícios, as indicações da radiofrequência na estética são inúmeras. A saber:

  • Flacidez corporal e facial;
  • Atenuar sinais do envelhecimento (rugas, linhas de expressão, etc);
  • Redução de gordura localizada;
  • Redução de medidas;
  • Remodelação corporal;
  • Celulite.

LEIA TAMBÉM: Radiofrequência: o que é, benefícios e para quem é indicada

Contraindicações da Radiofrequência

Essa tecnologia é bastante confiável e segura, desde que bem indicada e realizada por um profissional habilitado e capacitado.

Antes do início do tratamento, durante a avaliação, o profissional deve observar se o paciente possui algumas das contraindicações da radiofrequência, citadas abaixo. Caso algo seja identificado, o tratamento não deve ser realizado.

As contraindicações da radiofrequência podem ser classificadas em absolutas ou relativas. A primeira se refere à proibição total de realização do tratamento, em qualquer parte do corpo. Já as relativas, se referem a casos bem específicos e fica a critério do profissional, após a avaliação, a realização (ou não) das sessões.

As principais contraindicações da radiofrequência são:

  • Paciente portador de marcapasso: qualquer onda eletromagnética ou ultrassônica pode desestabilizar o funcionamento desse dispositivo responsável pelo regulamento dos batimentos cardíacos;
  • Paciente que possua implante metálico na região: implantes de metal e/ou silicone são contraindicações da radiofrequência porque podem aquecer ou movimentar conforme a onda eletromagnética. Por este motivo, para segurança do cliente, não se aplica a radiofrequência diretamente nas áreas onde há os implantes;
  • Paciente com lesões pré–malignas ou histórico de câncer (nos últimos 5 anos): alguns cânceres têm alta probabilidade de recidiva e tratamentos que emitem onda eletromagnética podem influenciar negativamente;
  • Paciente com disfunções cardíacas, hipertensão não controlada, em uso de anticoagulantes orais ou alguma outra condição de saúde delicada: com o aumento da vasodilatação e consequentemente da circulação sanguínea, provocado pelo calor da radiofrequência, o paciente poderia ter alguma disfunção cardíaca ou hipertensiva que poderia agravar a condição já existente;  
  • Paciente grávida e ou lactante: estudos que envolvem grávidas ou lactantes não são permitidos para que se prove se há influência ou não da onda eletromagnética sobre o desenvolvimento do bebê ou sobre a lactação. Por isso, como forma de segurança, essa é uma contraindicação da radiofrequência.

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Equipe Innove Med

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