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Conheça os tipos de celulite existentes e veja como os tratamentos com Endermologia e Radiofrequência podem ajudar

Quais são os tipos de celulite e como a Endermologia + Radiofrequência atuam sobre eles?

Você já ouviu falar em fibro edema gelóide, lipodistrofia localizada, hidrolipodistrofia ginóide, lipoesclerose nodular, lipodistrofia ginóide? Provavelmente não, né?

Mas se mudar a pergunta para “você já ouviu falar em celulite?”, com toda certeza sua resposta é sim, correto? Bom, todos esses nomes citados no começo são usados para caracterizar um único problema: a temida celulite.

Outra coisa que, provavelmente, você não saiba é que existem vários tipos de celulite. Sim, nem todas são iguais! Sendo assim, elas podem ser classificadas em 4 tipos de celulite diferentes e em 4 graus também, dependendo da “gravidade” em que aparece.

Para deixar tudo isso mais claro, vamos explicar a seguir quais são os tipos de celulite e como a Endermologia aliada à Radiofrequência atua sobre elas. Acompanhe!

O que é celulite?

A celulite é uma alteração estética causada pelo acúmulo de toxinas, água e gordura nas células, fazendo com que elas fiquem volumosas e endurecidas.

Isso faz com que o local acometido fique desnivelado e ondulado, tendo até a presença de nódulos, o que externamente dá o aspecto de “furinhos”, ondas e de “casca de laranja” na pele.

Essas alterações no tecido gorduroso somam-se, ainda, a alterações na microcirculação e têm como consequência um aumento no tecido fibroso.

Os diversos tipos de celulite acometem com mais frequência as mulheres. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, esse é um problema que acomete cerca de 95% das mulheres após a puberdade. Mas, em casos raros, homens com desequilíbrios hormonais também podem ser acometidos.

4 tipos de celulite

Há 4 tipos de celulite citada nas bibliografias: Celulite Flácida, Celulite Edematosa, Celulite Gordurosa e Celulite Mista. Fisiolopatologicamente a celulite têm o mesmo processo, que é acúmulo de gordura, que pressionam o septo fibroso, comprimindo o sistema linfático e a vascularização local. A característica externa é que pode ter aparência diferente. A saber:

Celulite flácida

Nesse tipo de celulite, a flacidez tissular promove maior depressão no tecido. É visível a olho nu e tem aspecto gelatinoso. Não costuma ser dolorosa e aparece comumente na região dos braços, coxas, glúteos e culote.

Celulite edematosa

Já nesse caso, o tecido possui aspecto de inchaço, como se fosse um esponjamento. Esse é o tipo de celulite mais difícil de eliminar. É visível e está relacionada com má circulação, retenção de líquidos, varizes edemas. Esse tipo de celulite pode ser dolorosa ao toque e provocar fadiga, cansaço e sensação de cansaço nas pernas, local em que ela geralmente aparece.

Celulite gordurosa

Aqui, a região também possui dobra cutânea significativa, e se vê a presença de tecido mais denso. Esse tipo de celulite tem aspecto mais duro e consistente, não se movendo com os movimentos. Pode ser dolorida ao toque e pode evoluir para outros tipos de celulite se não tratada.

Celulite mista

É definida quando há o acometimento de mais de um dos tipos de celulite citados acima.

Graus de celulite existentes

Além dos tipos de celulite citados, também existem 4 graus de celulite. A saber:

  • Grau 1: sem ondulações ou irregularidades. Ao comprimir a pele, surgem pequenas ondulações e “furinhos”.
  • Grau 2: ondulações e “furinhos” já são percebidos sem comprimir a pele.
  • Grau 3: nódulos claramente perceptíveis.
  • Grau 4: vários nódulos, celulite “dura”. Há inchaço, comprometimento da circulação de retorno, pele com aspecto acolchoado.

Tratamentos para os tipos de celulite

Hoje em dia existem várias opções de tratamentos que minimizam bastante o aspecto ondulado da pele causado pela presença de alguns tipos de celulite. Dois deles são a Radiofrequência e a Endermologia, que se usados de forma isolada já surtem efeito, mas que se combinados possuem resultados ainda mais significativos.

Tratando a celulite com Endermologia

A Endermologia é uma terapia que mobiliza o tecido de forma profunda através do uso de equipamentos que utilizam pressão negativa e pressão positiva para melhorar a circulação local, fazer drenagem linfática, estimular o colágeno, dentre outros benefícios.

Tratando a celulite com Radiofrequência

A Radiofrequência, por sua vez, utiliza ondas eletromagnéticas de alta frequência, que aquecem profundamente a região, promovendo a oxigenação, nutrição, desnaturando as fibras colágenas, estimulando a neocolagênese e degradando as células adiposas, que são responsáveis pela formação das celulites.

Em todos os tipos de celulite, a associação de Endermologia com Radiofrequência irá promover a reorganização do tecido adiposo devido à sucção da prega cutânea associada ao calor local. Isso leva à descompressão tecidual, liberando a movimento circular da linfa e do sangue, o que também favorece a liberação dos septos fibrosos.

A firmeza da pele ocorre à medida que o tecido se reequilibra, sendo que a Radiofrequência também irá estimular o colágeno local.

LEIA TAMBÉM: Como funciona o MultiShape no tratamento para celulite?

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Informações do autor

Equipe Innove Med

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